quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Triste classe média brasileira!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Seja bem vinda Lei Seca.
Ao transcorrer de três semanas da entrada em vigor da Lei Seca para motoristas começamos a observar dois movimentos bastante distintos entre si. O primeiro, em função dos índices de redução de acidentes e atendimentos em hospitais, economizando recursos que agora podem ser direcionados para outros setores da área de saúde. O segundo, em função da redução de freqüência nos bares e restaurantes, e/ou simples redução do consumo de bebidas alcoólicas, comprometendo a “saúde” financeira desses estabelecimentos.
Esta semana, as Associações de Donos de Bares Restaurantes e Similares entraram com representações no judiciário para flexibilizar ou até mesmo revogar a Lei Seca, tendo como principal argumento o princípio constitucional da “livre escolha do cidadão”, ou ainda, a necessidade de dispensa de funcionários. O pior é que já foram concedidas liminares neste sentido.
É incrível como a sede de lucro torna não só os empresários, como também parte do judiciário tão insensível diante de tamanha tragédia que é a quantidade de vidas e recursos que se perdem nas estradas e ruas em função do consumo de álcool, tomando proporções de calamidade na saúde pública. Diante de tal violência devem ser tomadas atitudes drásticas sim, como ocorre nos casos de epidemias, onde são decretadas em certos casos, até mesmo, regimes de quarentena.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Tristeza!

Vejo uma grande diferença entre os espertos e os inteligentes.
Os espertos são aqueles que em qualquer situação só pensam em se dar bem, seja lá o meio que tiverem que utilizar. E por conta disso, insistem em classificar os outros como otários. O problema está no fato de que ninguém quer fazer tal papel, mas os espertos seguem em frente. E em um determinado momento, os espertos percebem que estão agindo como verdadeiros otários. Mas, o pior, é que deixam um rastro enorme de besteiras, arruínam estruturas que raramente se recuperam.
Já os inteligentes são aqueles que percebem as oportunidades e, sem passar por cima de ninguém ocupam seu espaço e se destacam com méritos. A história os contempla com significativa honradez. Os exemplos servem como o norte para várias gerações.
Tenho uma forte inclinação a achar que os dirigentes do futebol brasileiro, em todas as esferas pertencem ao primeiro grupo. E o pior, não imagino que haja exceções. Pior ainda, se a esperança é a última que morre, tenho uma triste notícia, acabo de voltar de seu velório.